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domingo, 8 de setembro de 2013

"Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas." Pérolas são produtos da dor; resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou grão de areia. Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia a penetra, ás células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola vai se formando. Uma ostra que não foi ferida, de modo algum produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada. O mesmo pode acontecer conosco. Se você já sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém? Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? Suas idéias já foram rejeitadas ou mal interpretadas? Você já sofreu o duro golpe do preconceito? Já recebeu o troco da indiferença? Então, produza uma pérola ! Cubra suas mágoas com várias camadas de AMOR. Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de movimento. A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, mágoas, deixando as feridas abertas e alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem. Assim, na prática, o que vemos são muitas "Ostras Vazias", não porque não tenham sido feridas, mas porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor. Um sorriso, um olhar, um gesto, na maioria das vezes, vale mais do que mil palavras! Rubem Alves

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Meu mundo dos sonhos foi além... Durante anos pensei que era louca.Porque não conseguia sair de um jogo imaginário. Jean Piaget(1945) caracterizou as fases de desenvolvimento humano e incluiu em sua classificação a importância do uso de símbolos nas brincadeiras infantis. O que ele chamou de Jogo Simbólico chamo: Meu mundo de Sonhos.É normal toda criança brincar e falar sozinha,dentro do seu mundo imaginário ele mostrar como está a assimilação do mundo que a cerca, sua visão de mundo,de pessoas e de emoções.Meu mundo dos sonhos foi além... Diante de um infância cheia de mazelas, uma adolescência de perdas e uma Juventude de decepções e frustrações encontrei um lugar onde as pessoas não podiam me fazer mal. Tenho poucas memórias da minha infância , porque elas se misturam com as fantasias que criei, por isso não sei se são lembranças verdadeiras ou são resticios de minhas viagens imaginarias.Lembro que em todas as refeições eu jamais comia o que estava á mesa, comia o que imaginavam que os alimentos eram, lembro que eu comprava leite em um litro cedinho mas que demorava horas pra voltar porque me perdia em minhas aventuras imaginárias, tudo que eu fazia eu imaginava ser outra pessoa,em outro lugar em outra situação. E assim eu cresci, no mundo da lua, como dizia minha mãe, que não entendia com quem tanta eu conversava. Alguns diziam que eram espíritos, outros que era louca, outros ainda que eu era muito estranha. Ria sozinha, dançava, cantava, não importa onde eu estivesse eu nunca estava lá, estava sempre, feliz , em um mundo imaginário. Ainda hoje me pego visitando este mundo, já consigo ter controle, mas tudo que faço primeiro realizo em meu mundo imaginário, já vi gente olhando esquisto porque eu ria ou chorava por uma situação vivida em meu mundo imaginário.Se sou normal?Não sei.Mas de loucos todos temos um pouco, por que não? texto da amiga Jossandra mas que tem tudo a ver comigo e com você...

domingo, 7 de abril de 2013

Manifesto de Apoio à Aprovação do Projeto de Lei 3512/08 que Regulamenta o Exercício da Atividade em Psicopedagogia no Brasil Acesse o link abaixo e assine o Manifesto para que possamos exercer a nossa profissão com legalidade. http://www.abpp.com.br/abaixo-assinado_lei_psicopedagogia.asp

domingo, 24 de março de 2013

Desenvolvimento infantil

Demonstro o que sinto por meu filho quando: ofereço carinho, colo, cafunés, tom suave de voz, expressão do meu rosto, palavras como "Amo você", elogios sinceros, aceitando-o como é, nada de comparações, procurando ser justo. Como dar segurança e contribuir no desenvolvimento da criança: Ofereça-lhe a mão, o colo, quando sente medo ou está insegura; Para contribuir no desenvolvimento da criança, proponha que brinque com outras crianças e leve-a a lugares diferentes, diga a verdade com tranquilidade a respeito do dentista, do médico, da provável dor; Não a deixe sentir-se envergonhada e nem a super proteja; Também não a ameace de "mentirinha"; Diga não com firmeza, explique as regras do jogo da vida e saiba também dizer sim e permitir; Trace limites, dosando firmeza e o cumprimento das regras; Ensine-a se controlar; Procure dar o exemplo, coloque-se no lugar dela e verbalize o que está sentindo; Permita e incentive que faça muita coisa sozinha e reforce suas conquistas de independência; Busque mostrar o que é trabalho, chamando-a para dividir algumas tarefas com você. Interesse-se pelo que ela faz; Procure orientá-la quanto ao respeito que se deve ter com cada um e evite ter atitudes preconceituosas ou discriminatórias; Converse muito, saiba ouvir, leia para e com ela, explique, faça perguntas e, se precisar, chame-lhe a atenção; Ajude-a sentir orgulho do que faz e a acreditar em si mesma : "Viu, como você é capaz? Você é importante e especial!.."; Assim irá desenvolvendo nela bons sentimentos em relação a si mesma e aos outros; Faça do seu aniversário um grande dia! O dia mais importante do mundo! Bolo, velhinhas, bexigas, cartazes, bilhetes, cartões, surpresas escondidas pela casa; Olhe nos olhos dela enquanto fala com ela; Se ela diz: "Não sei... não consigo... faça para mim"; Responda: "Claro que sabe... Tente outra vez. Faça como acha que deve ser". E se policie, evitando dizer: "Não, não é assim!"; À medida que se sente útil, valorize-a e procure lembrar que, em algumas coisas, alguém pode ser melhor que ela e vice-versa; Conte até 10; até 100, se for preciso; Não permita que irmãos mais velhos chamem o menor de "burro"; Palavras como "burro", "bobo", "sujo", "desligado", "malvado", "estúpido" ferem e tem péssimas consequências; Procure evitar que se sinta culpada: "Isto não se faz!..." e basta; Sentimentos de culpa a tornarão infeliz; Não a ameace com o seu afeto: "Estou triste com você!..."; As crianças precisam saber que estão aprendendo. "Olha! Sei fazer!" "Sei subir rápido na escada!" "Sei pular com um pé só!" "Veja, a letra do meu nome!..." "Olha, o V da vovó!" "Consegui montar o quebra-cabeça!" Desenvolvimento da criança - vamos brincar? A alegria e a vibração com que grita para nós, transmite-nos o orgulho da criança e como se sente importante. Ela tem um sentido de realização e sente-se satisfeita com seu desenvolvimento. No aspecto físico a criança precisa desenvolver a habilidade motora. Deve saltar, jogar bola, pular, rodar um pneu velho, balançar, passar por um túnel de caixas de papelão, manipular uma bola de meia, modelar com massa, colorir, pintar, desenhar, rasgar papéis, cortar com tesoura sem ponta, desenvolvendo assim os pequenos músculos, responsáveis pela coordenação motora fina. Aos três anos, a criança sente que é alguém e começa a participar de brincadeiras com outras crianças, o que devemos estimular para contribuir no seu desenvolvimento. A maioria das crianças pequenas não gosta de partilhar suas coisas. Pais sensatos interferem de maneira firme, mas carinhosa. Elas aprendem a dividir com a ajuda dos pais: "Sua vez de andar na bicicleta e depois da Daniela..." "Gostei muito de ver como vocês brincaram hoje...". É importante conversar sobre os seus amiguinhos, para ajudar a criança a compreendê-los e aceitá-los e também ajudar no desenvolvimento da criança. A aceitação do outro a ajudará a sentir-se e fazer-se aceita mais tarde. Portanto, dê a ela oportunidade de enriquecer suas amizades. Desde pequena deve aprender que a dignidade não depende da qualidade de suas roupas, da cor de sua pele, do dinheiro que sua família possui ou do tipo de casa em que moram. Este é o segredo para um começo de vida feliz e, por certo, mais verdadeira, sem falsos valores ou transferências materiais consumistas. A criança tem necessidade de muitas coisas para desenvolver suas habilidades, suas atitudes e a compreensão, que a ajudarão quando chegar o momento do ensino formal ou acadêmico. Outros aspectos que se desenvolvem brincando Os aspectos que também precisam ser desenvolvidos, além da psicomotricidade, podem ser enumerados da seguinte forma: Vocabulário, ampliando a compreensão e o uso de muitas palavras; Diferenciação visual, observando semelhanças e diferenças; Classificação, seriação e sequenciação, onde aprende a pensar, agrupando, criando e descobrindo critérios e categorias; Percepção auditiva e tátil (discriminando sons, ouvindo enquanto você fala, manipulando objetos); Observação e atenção para desencadear a curiosidade, a concentração e a capacidade de comparar, concluir, generalizar, estabelecendo relações; Interesse e prazer em descobrir o mundo ao seu redor, conquistando autonomia e êxito.

Assunto: Comportamento Assuntos delicados - falar com as crianças sobre a morte

Assunto: Comportamento Assuntos delicados - falar com as crianças sobre a morte 01/06/2000 - Texto por Dra. Evelyn Pryzant Inevitavelmente, as crianças perguntam sobre tudo. Colocam questões profundas sobre o ser humano, sobre a vida e sobre a morte. Falam, querem ouvir, têm ideias. Quando alguém da família de uma criança morre, ainda que se tente omitir ou negar, ela irá perceber através das atitudes transformadas dos familiares ao redor. Existe algo de estranho no ar que ela não sabe, nem deve saber. Um tabu. O fato é que, cedo ou tarde, ela descobrirá que a pessoa morreu. Omitir-lhe a verdade seria algo grave; seria como ignorá-la só porque ela não fala como os adultos, como excluí-la da família. Pior ainda, se as pessoas mais próximas em quem ela deposita toda sua confiança não forem capazes de falar sinceramente sobre a morte, ela tomará isso como um modelo a seguir e nem ousará perguntar a respeito daquilo que sua percepção lhe diz. Sem ter com quem dividir suas preocupações, a criança permanece conturbada em seus pensamentos, isolada em seu mundo interno cada vez mais inacessível às pessoas. Sem contar que ela amava essa pessoa e estará preocupada com sua ausência. E, de fato, é toda uma história da vida da criança que ela não reencontrará mais. Por isso é importante falar com a criança sobre a morte, não ensiná-la a colocar um véu de silêncio sobre este assunto. O que o adulto não sabe é que as crianças questionam sem angústia a respeito da morte até cerca de sete anos. Por volta dos três anos de idade os questionamentos sobre a morte começa a aparecer, e é importante responder às crianças sobre a morte. Aliás, elas a veem. Existem animais que morrem em torno delas, elas ouvem estórias, conversas; o conceito de que as coisas acabam, e que os limites existem, já estão estabelecidos desde muito cedo. A morte faz parte do destino do ser vivo, e a criança sabe disso muito bem. Aliás, não temos definição para a vida a não ser através da morte, e da morte a não ser através da vida. Portanto, a vida é parte integrante de um ser vivo, assim como a morte. E nós morremos porque vivemos: é simples. Para uma criança, realmente é. Dizer a uma criança que morreremos quando acabarmos de viver pode fazer um sentido enorme, trazer um conforto para suas apreensões e reassegurar-lhe a vida. Mas não deveria existir nada de mal em morrer, já que afinal todos deverão morrer e isso dai a importância de conversar sobre a morte com as crianças. Na verdade, a morte nos torna culpados. Nos reprovamos por não termos tido uma relação mais intensa e mais alegre com as pessoas que amávamos e que perdemos, culpados pela ligação ter sido interrompida, por termos sidos negligentes, um desfilar de culpas que invadem a mente e acabam obrigando a não se querer falar mais sobre o assunto, fazendo com que o tabu do silêncio possa prevalecer, mas esta já é uma outra história; o fato é que a criança é espontânea e livre o suficiente para se sentir menos culpada na relação com as pessoas e, principalmente, seus familiares. Ao falar com a criança sobre a morte, ela poderá estar mais bem amparada, terá mais chances de elaborar da forma mais sadia possível o momento do luto. A conclusão de uma conversa franca com uma criança, sobre a morte, sem medo, tem sempre um tom positivo, só o fato de se estar perto, falando a respeito e ouvindo, já é positivo, é uma forma de estar vivo e vivendo o momento de uma forma plena. Todos os seres humanos aceitam a morte através de uma forma singular. Devemos respeitar, no mínimo, a maneira que as crianças encontram para superar o momento da morte, o mistério da morte e da vida. Elas têm perguntas e buscam o conhecimento, e nós, adultos que muitas vezes acreditamos saber muito, ouvimos delas as melhores respostas para as perguntas que não saberíamos responder.

domingo, 23 de dezembro de 2012

AQUILO QUE NÃO DIZEMOS

Quando somos crianças somos ensinados que mentir é sempre ruim e dizer a verdade é sempre bom. Ponto final. Em inúmeros casos, isso está absolutamente certo. Princípios de honestidade e sinceridade, por exemplo, têm como base essa exata idéia. O problema é que nem todas as situações pelas quais passamos na vida são tão “preto-e-branco”. Relacionamentos são complicados, sejam com nossos pais, amigos ou ditos cujos, pois cada um tem uma personalidade e cada pessoa age e absorve uma verdade de forma diferente. Para complicar um pouco mais, à medida que ficamos mais velhos, e, principalmente, à medida que vamos adquirindo uma bagagem de relacionamentos, vamos percebendo que, nem sempre, falar a verdade é apropriado ou gentil. Quem é que nunca soltou, por exemplo, um “você tá ótima” pra uma amiga que estava um bagaço, mas estava se achando linda? Soltar um “caraleo, o que você estava pensando quando vestiu essa roupa de vocalista do Calypso?” só faria a pessoa se sentir insegura e, pior, confrontada. Nem todo mundo, especialmente as mulheres, consegue ouvir um comentário sincero desses. Quem nunca entrou numa briga monstra por comentar com o namorado que, o “amigo” que vocês acabaram de cumprimentar é um ex-ficante? Não é necessário ter feito nada de errado, mas é um tipo de verdade que só deixa o cara, de novo, inseguro e confrontado. Omitir para os pais duas horas do horário real em que se chegou em casa, omitir 10 kilos a uma colega que te perguntou se ela está gorda, não falar o que se realmente pensa a alguém que tomou uma decisão estúpida, falar que a comida de um anfitrião estava maravilhosa quando você, na verdade, mal conseguiu mastigar a maldita, são coisas que acabamos aprendendo a fazer para lidarmos de forma mais diplomática com as pessoas do nosso convívio. É claro que, nos relacionamentos nos quais temos bastante intimidade, fica um pouquinho mais fácil ser sincero, sem levar uma porrada de volta. Mas, ainda assim, vamos omitindo cada vez mais, para cada vez mais pessoas. O motivo pelo qual estou falando sobre isso é porque recentemente percebi a dificuldade de duas pessoas – queridíssimas minhas – em falarem para os seus ditos cujos aquilo que, de fato, estavam sentindo. Duas pessoas maduras e equilibradas, que estavam no seu direito de falar que não estavam se sentindo bem na relação, vivendo em martírio porque, simplesmente, temiam falar a verdade. Então, eu pergunto: por que diabos não conseguimos falar? A que vos escreve é o primeiro exemplo: sou desbocada e faladeira, mas comecei um blog só pra poder “falar” aquilo que não tinha coragem, e, muitas vezes, oportunidade, sobre o que passava na minha cabeça a respeito do meu namoro. E aí vem a última pegada: quem nunca sentiu que não falar doía mais do que as possíveis conseqüências daquilo que se queria dizer? Quem nunca botou tudo a perder porque teve medo de dizer “eu te amo” ou piorou a situação quando não disse “eu não te amo mais”? Quem nunca entrou numa fria e acabou atrapalhando a própria vida porque não teve a coragem de dizer “não estou segura com relação a isso”, “não quero fazer isso”, “estou me sentindo assim ou assado” ou “eu acho que mereço isso ou aquilo”? Muita gente já passou por isso. Dessa forma, devemos resgatar um pouco dessa falta de diplomacia infantil e falar o que pensamos quando sentirmos que não falar vai nos atropelar, machucar, doer. Não precisa ser daquelas pessoas inconvenientes que fazem os comentários mais maldosos fingindo que é apenas sincero. Mas apenas se permitir dizer aquilo que se quer na hora em que acharmos ser certa. E, vai por mim, você poderá se surpreender.

AS REGRAS DO TÉRMINO DE UM RELACIONAMENTO

1. esconda as fotos dele e de vocês juntos e felizes, mas não as destrua. Depois que tudo passa e você desapaixona, é um arrependimento só. Afinal, as pessoas, quando entram na nossa vida, passam a fazer parte de toda a nossa história; 2. cerque-se de atividades e inove. Volte a ter contato com amigas que não vê há tempos e vá sempre pra lugares aonde nunca ou raramente foi. Explore sua própria cidade, como se fosse turista. Pode até paquerar na noite fingindo que é turista mesmo. Invente um sotaque, exorcize; 3. afaste-se de filmes românticos hollywoodianos. Ninguém vive feliz para sempre. Só vão te fazer mal. Aposte nos extremos: comédias hilárias para se distrair ou dramalhões absurdos, para chorar com outra justificativa que não seja o fim do namoro; 4. NADA DE BISBILHOTAR NO ORKUT FACEBOOK! 5. comece a namorar com você mesma. Se dê os presentes que você queria que ele soubesse que você queria, mas não tinha sensibilidade pra adivinhar que você queria (mulheres são complicadas mesmo, hein?). Vá ao salão, compre um vestido, passe batom carregado de gloss. Você não tem que ficar beijando ninguém mesmo. Mas nada de cortar o cabelo curtíssimo num impulso. Se ficar ruim, você vai se sentir pior; 6. se você é daquelas que realmente não consegue tirar a cabeça do término, apele: faça serviço voluntário numa creche, visite um parente falecido no cemitério, faça qualquer coisa que te mostre como um fim de namoro é, na verdade, algo pequeninho na dinâmica da vida e do mundo; 7. tente se convencer, todo dia, um pouquinho, que o fim de um namoro nada mais é do que a oportunidade de se começar outro. Se um amor foi embora, é porque há um outro ansioso para te conhecer. Olhos abertos. E se precisar, pode ficar lembrando de todos os defeitos dele. É um ótimo jeito de ver que não estamos perdendo grande coisa; 8. permita-se desabar, e, para isso, tenha sempre números emergenciais das amigas mais íntimas e disponíveis. Às vezes chorar num ombro tem mesmo efeito mais benéfico do que chorar só no próprio travesseiro. Permita-se sofrer. Quando você finge que está bem, acaba passando um ano muito mal; 9. exercite sua gratidão. Lembre-se que se apaixonar não é fácil e nem tão comum quanto pensamos. Quem amou de verdade, deve ficar muito feliz de não se descobrir incapaz de se entregar para alguém de corpo e alma. Isso é raro, é um presente; 10. espere. Se dê tempo. Ele age de forma surpreendente. Por isso, leve o tempo que precisar, contanto que não esteja se acomodando na depressão. É o clichê do século, mas é verdade: o tempo cura todas as feridas. E lembre-se sempre “tudo passa, até uva passa”.