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domingo, 6 de novembro de 2016

O NÓ DO AFETO

Era um reunião numa escola. A diretora incentivava os pais a apoiarem as crianças, falando da necessidade da presença deles junto aos filhos. Mesmo sabendo que a maioria dos pais e mães trabalhava fora, ela tinha convicção da necessidade de acharem tempo para seus filhos.
Foi então que um pai, com seu jeito simples, explicou que saía tão cedo de casa, que seu filho ainda dormia e que, quando voltava, o pequeno, cansado, já adormecera. Explicou que não podia deixar de trabalhar tanto assim, pois estava cada vez mais difícil sustentar a família. E contou como isso o deixava angustiado, por praticamente só conviver com o filho nos fins de semana.
O pai, então, falou como tentava redimir-se, indo beijar a criança todas as noites, quando chegava em casa. Contou que a cada beijo, ele dava um pequeno nó no lençol, para que seu filho soubesse que ele estivera ali. Quando acordava, o menino sabia que seu pai o amava e lá estivera. E era o nó o meio de se ligarem um ao outro.
Aquela história emocionou a diretora da escola que, surpresa, verificou ser aquele menino um dos melhores e mais ajustados alunos da classe. E a fez refletir sobre as infinitas maneiras que pais e filhos têm de se comunicarem, de se fazerem presentes nas vidas uns dos outros. O pai encontrou sua forma simples, mas eficiente, de se fazer presente e, o mais importante, de que seu filho acreditasse na sua presença.
Para que a comunicação se instale, é preciso que os filhos 'ouçam' o coração dos pais ou responsáveis, pois os sentimentos falam mais alto do que as palavras. É por essa razão que um beijo, um abraço, um carinho, revestidos de puro afeto, curam até dor de cabeça, arranhão, ciúme do irmão, medo do escuro, etc.
Uma criança pode não entender certas palavras, mas sabe registrar e gravar um gesto de amor, mesmo que este seja um simples nó.
E você? Tem dado um nó no lençol do seu filho?

                                                                                                                                               Eloi Zanetti

sábado, 27 de agosto de 2016


PROFISSIONAIS INTERESSADOS EM FILIAR-SE OU SABEREM SOBRE AS NOSSAS                                         AÇÕES NA REGIÃO E NO BRASIL, ENTREM EM CONTATO.

PROFISSIONAIS INTERESSADOS EM FILIAR-SE OU SABEREM SOBRE AS NOSSAS AÇÕES NA REGIÃO E NO BRASIL, ENTREM EM CONTATO.

terça-feira, 31 de maio de 2016

EGOCENTRISMO

  • Segundo Piaget, quando uma criança está na idade entre 6 e 7 anos ela desenvolve características de egocentrismo. Esse egocentrismo pode ser definido como "falta de consciência do eu" em que a criança não consegue distinguir-se do mundo exterior. Nessa fase, a criança acredita ser o centro do mundo, como se tudo girasse em torno dela.
  • 6 ou 7 anos de idade - Fase do egocentrismo

    Durante essa idade a criança tende a comportar-se de forma mais egoísta emitindo comportamentos como não querer emprestar os brinquedos, falar sozinha e em voz alta, não esperar a vez do outro e costuma ficar irritada e chorosa quando contrariada.
    Para que a criança supere essa fase é necessário que os pais estejam atentos a essas situações, sempre dispostos a corrigi-la quando perceber comportamentos egoístas. Além disso, é importante que os pais criem situações no cotidiano dos filhos de forma que esses sejam obrigados a dividir seus pertences e seus lanches com outras crianças e adultos.
  • Atenção ao comportamento social da criança

    Estar atento ao comportamento da criança em jogos e brincadeiras é fundamental. Muitas crianças, no auge do egoísmo, não aceitam que outros colegas saiam vitoriosos de alguma brincadeira. Por mais demagogo que isso pareça ser, é imprescindível que ensinem seus filhos que participar é mais importante do que vencer. Mostre aos seus filhos que as pessoas não ganham o tempo todo mas, que ao participar de uma brincadeira, estaremos nos divertindo ainda que não cheguemos a ganhar.
  • Atenção ao seu próprio comportamento

    O mais importante é não tratar o seu filho como o "reizinho" da casa, algo que acontece principalmente com crianças que são filhas únicas. Assim sendo, dedique-se a participar da rotina de seu filho, seja um exemplo de dividir as coisas, porém respeitando os próprios limites e os limites dos outros.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

FORMAÇÃO PELA ESCOLA - FNDE
GABARITO DO CURSO DO PDDE – 2016

UNIDADE I
Atividade 1:       C
Atividade 2:       B
Atividade 3:       a) C        b) E        c) E         d) C        e) E
Atividade 4:       C
Atividade 5:       B
Atividade 6:       a) E        b) C        c) C        d) E        e) C        f) E         g) C        h) C

UNIDADE II
Atividade 7:       A
Atividade 8:       a) C        b) E        c) C        d) C        e) E        f) E         g) C        h) C
Atividade 9:       A
Atividade 10:    B

UNIDADE III
Atividade 11:    D
Atividade 12:    a) E        b) E        c) C        d) E        e) C        f) E         g) E
Atividade 13:    C
Atividade 14:    B
Atividade 15:    a) E        b) C        c) C        d) C        e) C        f) E

UNIDADE IV
Atividade 16:    B
Atividade 17:    B
Atividade 18:    B
Atividade 19:    A
Atividade 20:    C
Atividade 21:    a) E        b) C        c) E         d) C        e) C        f) C         g) C        h) C        i) E         j) C         k) E

UNIDADE V
Atividade 22:    a) E        b) C        c) C        d) E        e) C
Atividade 23:    D
Atividade 24:    A
Atividade 25:    B
Atividade 26:    a) C        b) C        c) E         d) C        e) C

UNIDADE VI
Atividade 27:    D
Atividade 28:    D
Atividade 29:    C


sábado, 14 de maio de 2016

QUANDO BUSCAR AJUDA PSICOPEDAGÓGICA OU OUTROS PROFISSIONAIS ?

              Quando  a  criança  apresenta  algum transtorno,  não  se  pode  deixar  o  tempo  passar, devendo estabelecer critérios de detecção precoce na primeira infância, onde através de jogos, brincadeiras, faz-de-conta as experiências negativas tendem a se tornar menos traumáticas ou  até  superadas.  Essas  atividades proporcionam experiências fundamentais para aquisição instrumental da psicomotricidade, da aprendizagem, da linguagem, da estruturação da personalidade, ou seja, aquisições para a constituição do sujeito utilizando-se das vantagens das fases de desenvolvimento defendidas e estudadas por Freud. A intervenção da forma e no momento oportuno é importante para que não se enfatize apenas os transtornos, mas se busque soluções ou reflexões que sejam significantes para a constituição psíquica e o desenvolvimento do sujeito como um todo.
A formação da personalidade funciona segundo integração desses sistemas (fases), ou seja, funciona como uma unidade completa e não em segmentos separados. Ter conflitos não é ser neurótico. O ser humano se depara com situações que remetem a ter que fazer escolhas, tomar decisões. Grandes partes dos conflitos são determinadas pela sociedade ou cultura presentes em nossa civilização. È importante que tomemos consciência dos nossos desejos e nossos sentimentos, para que dentro de nossas angústias e sofrimentos tenhamos oportunidade de enfrentarmos nossos conflitos na procura de soluções apropriadas ao eu interior. As neuroses são sempre uma questão de grau, onde a diferença entre conflitos normais e neuróticos reside essencialmente no fato de que a disparidade entre as soluções contraditórias é muito menor para a pessoa normal do que para o neurótico. Um conflito normal pode ser inteiramente consciente, um conflito neurótico, em todos os seus elementos é essencialmente inconsciente.
Se aprendermos a nos conhecer e conhecer os outros de forma consciente podemos tornar positiva a diferença gritante de hoje em soluções significativas amanhã. Porém, se os problemas ou diferenças são do tipo doentia ou neurótica em forma de preocupação, pânico ou desespero que pode desestabilizar o equilíbrio emocional, transformando-se em algo negativo. Aí, deve ser canalizada para o êxito e realização pessoal através de profissionais competentes. 
Reconhecendo que cada um deve fazer aquilo que lhe é de competência e vendo com clareza os benefícios e alterações que devem ser controlados. Sei que o indivíduo precisa ser ajudado a descobrir-se; tomar conhecimento de seus sentimentos e desejos reais, criar seu sistema pessoal de valores e relacionar-se com outras pessoas de acordo com seus sentimentos e convicções. Implica em fazer o paciente chegar a uma compreensão perfeita de seus conflitos, seus efeitos gerais sobre sua personalidade e responsabilidade específica de cada um deles pelos seus sintomas. Mas, enquanto psicopedagoga quais os caminhos que devo seguir para tornar consciente a necessidade do paciente superar seus limites “traumas” e aprender, por exemplo: a ler, escrever, contar, fazer associações, entre outros? 
              Contudo, segundo as metas de Freud na Psicanálise se equiparam em parte, às da educação, no sentido de levar a criança a adaptar-se socialmente e aceitar uma realidade. A educação psicanalítica não quer desenvolver rebeldes, apenas seres não reprimidos que possam fazer escolhas amadurecidas, dentro de um desenvolvimento sadio e próximo a uma auto-realização. No determinismo psíquico o princípio é de que na mente, nada acontece por acaso ou de modo fortuito. Cada evento psíquico é determinado por aqueles que o precederam, no caso uma possível falha ou fato intrigante na fase fálica do sujeito que causa transtornos na sua vida adulta. Neste caso é possível reverter o processo ou pelo menos amenizar os “sintomas”.