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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

7 COISAS QUE VOCÊ NUNCA DEVE DIZER AO SEU FILHO NA HORA DAS REFEIÇÕES


Muitas dessas frases funcionam a curto prazo, mas podem criar traumas alimentares que se estendem por um bom tempo. Descubra se você fala alguma delas e veja como substituí-las corretamente

crianca_comendo (Foto: ThinkStock)
Você tenta, tenta e tenta e não adianta, seu filho vira a cara para qualquer pedaço de alimento que tenha a cor verde, amarelo ou laranja. Aí você invoca toda e qualquer paciência para explicar por que é importante que ele se alimente bem...e nada. E é aí, nesses momentos mais desgastantes, que você recorre às frases de efeito ou até pequenas ameaças. Mas será que só porque deu certo significa que é bom? A resposta é não!

Um estudo feito pelo departamento de psicologia da PUCRS decidiu entender como se forma o comportamento alimentar das crianças. Uma das conclusões foi que 96% dos pais davam ordem para conduzir a alimentação, o que favorecia o comportamento de oposição dos pequenos. “Se os pais forçam ou impõem algum alimento, a criança começa a associar àquele momento com pressão e aquela comida pode ficar para sempre marcada como uma coisa ruim”, explica a nutricionista Ligia dos Santos, do Hospital São Camilo (SP).

Para ajudar você a fugir dessas armadilhas que podem comprometer o paladar o seu filho, selecionamos algumas das frases mais faladas pelos pais na hora da refeição, mostramos por que elas nem sempre são bem-vindas e qual a melhor forma de lidar com a situação. Confira:

“Você só vai sair da mesa se comer tudo o que está no prato”

Não há nada mais prazeroso para os pais do que ver o filho comer tudo o que preparou para ele. Dá mesmo uma sensação de ‘dever cumprido’. Mas será que a quantidade que você colocou no prato é mesmo compatível às necessidades dele? “Os pais costumam fazer o prato de acordo com o que eles acham que é uma boa quantidade, só que essa estratégia pode prejudicar o controle da fome e saciedade e, a longo prazo, levar ao sobrepeso”, ensina Ligia. Quando o pai diz “come tudo”, ele está basicamente dizendo que aquilo que o filho sente não é relevante. Lembre-se de que as necessidades calóricas das crianças são menores do que a nossa. Isso significa que se o seu filho tomou um suco antes do almoço, pode ser que hoje ele não queira comer a mesma quantidade de ontem. O ideal é sempre confiar na criança quando disser que está satisfeita, sem forçar ou empurrar mais comida.

“Coma as verduras ou não nada de sobremesa..."
...ou “se você se comportar na casa da vovó amanhã, poderá comer bolo”. Esse tipo de barganha não é legal pelo simples fato de que alimentação não pode ser vista como recompensa ou punição. Ela não pode pensar que precisa passar pelo fardo de se comportar ou de comer alface só para ganhar a guloseima, que vai ser sempre vista como recompensa. “Essa estratégia pode ter um efeito imediato, mas é danosa para o desenvolvimento do paladar da criança e pode criar traumas que se estendem para a adolescência e vida adulta”, ensina a nutricionista. É só pensar quantas vezes você já soube de alguém que detesta banana, por exemplo, porque a mãe empurrava na infância. O melhor é explicar que as verduras são importante fonte de vitaminas, que elas o ajudarão a crescer de forma mais saudável e por aí vai...
“Seu irmão (ou primo, amigo, vizinho...) está comendo direitinho. Você devia aprender com ele”

Muitas pesquisas já mostraram que as crianças regulam certas atitudes com base no comportamento de semelhantes. Se o amigo come muita verdura, ele está vendo e pode ser até que faça algo parecido, mas você não precisa pontuar essas diferenças. A especialista observa que não se deve colocar a criança num contexto de inferioridade, mas ir na direção contrária, como reforçar que ela também é capaz de experimentar novos sabores. “Lembre-se de que os pais são os primeiros exemplos. Não adianta ficar só no discurso, é preciso mostrar para o seu filho que você também está comendo vegetais. A interação da família é muito importante na hora das refeições”, ressalta Ligia.

A nutricionista infantil Daniela Fagioli, da Associação Brasileira de Nutrição (ASBRAN), explica que essas frases só funcionam se vierem associadas a algo concreto. “Se a mãe disser ‘Coma alface para seu intestino funcionar bem’ é menos eficiente do que dizer ‘Se você comer a salada, a barriga não vai doer na hora de ir ao banheiro’. O ideal é sempre explicar tudo para a criança e associar a algo que esteja mais próximo dela, que ela entenda melhor”, diz.
“O que você quer que eu cozinhe para você hoje?”

Essa frase é especialmente ruim se for dita depois de um nariz torto ou careta para o que já está no prato em cima da mesa. Isso porque seu filho vai achar que tem domínio da situação e pode ser que ele use isso para testar seu próprio poder. Com a escolha nas mãos, ela sempre vai tender para algo de mastigação mais fácil e paladar agradável, como macarrão ou bife com batata frita. Para que isso não aconteça, Daniela ensina que os pais precisam se manter firmes para dizer que neste momento a refeição é aquela e pronto. E, claro, da outra vez tentar fazer a mesma cenoura da salada, só que cozida. “A criança precisa ter contato com o mesmo alimento por mais ou menos 12 vezes até ela dizer que realmente não gosta”, explica a nutricionista. Portanto, firmeza, paciência e persistência são as palavras de ordem aqui.

“Olha o aviãozinho”

Essa frase é tão exaustivamente usada que se tornou um clichê para a hora da alimentação infantil. No entanto, ela carrega um problema sério. Ao transformar a hora da refeição em uma brincadeira, a criança deixa de prestar atenção no alimento para focar na gracinha. E, como explica Daniela, é fundamental que a criança entenda que o momento da alimentação é importante e pode ser muito prazeroso, desde que ela preste atenção no gosto, no cheiro, textura e formato dos alimentos do prato.

”Você pode almoçar vendo televisão desde que coma tudo”

E, muitas vezes, as crianças nem precisam levar seus pratos até a sala para assistir à televisão, já que, em muitas casas, o aparelho também fica na cozinha. Porém, o problema é o mesmo do ‘aviãozinho’. “Se ela perde o foco da alimentação, vai comer sem prestar atenção e isso pode enveredar para dois caminhos opostos: desnutrição e obesidade, já que ela não tem controle sobre a forma como está comendo e sobre o que o seu corpo está lhe dizendo”, afirma a nutricionista da ASBRAM. A dica aqui é sempre fazer todas as refeições na mesa, afinal, além de tudo, é um momento divertido e que desperta a comunhão da família.

10 coisas que seu filho “normal” vai aprender da convivência com crianças especiais.

estranho1
Gostei dessa historinha acima porque ilustra bem o que eu considero inclusão bem feita: ela é boa para as duas partes.
Uma coisa que temos que ter em mente é que ninguém nasce sabendo. Nós sabemos o quanto aprendemos com nossos filhos especiais porque os temos, mas eu mesma tenho que admitir que não sabia lhufas sobre isso antes do Theo. Eu era como todos os outros: achava que crianças com necessidades especiais eram só um “peso”.
Pensando por esse lado, o melhor caminho para que outras crianças aceitem nossos filhos é mostrar esses benefícios aos pais delas. São eles que vão dizer a elas “não fique muito perto do fulaninho porque ele é estranho” ou “que legal esse seu amiguinho novo”! São esses pais que vão formar cidadãos que incluem e aceitam as diferenças ou pessoas preconceituosas.
Então, resolvi listar, aqui, 10 benefícios que uma criança neurotípica vai ter por conviver com crianças especiais. Sohar Dahini, querida, muito obrigada pela dica! E muito obrigada por me indicar o vídeo! Ainda vou falar mais dele por aqui! 
10 coisas que seu filho “normal” vai aprender da convivência com crianças especiais
    1. Vai aprender a aceitar melhor qualquer tipo de diferença e vai se tornar uma pessoa menos preconceituosa;
    2. Vai aprender a se colocar no lugar do outro por conviver com um coleguinha que tem dificuldades que ele não possui;
    3. Vai aprender que comunicação vai muito além do falar : é feita de gestos, olhares e até de silêncios;
    4. Vai aprender que pessoas com necessidades especiais não são vítimas: são heróis, porque tornam as outras pessoas melhores;
    5. Vai aprender que a vida vale a pena apesar das dificuldades;
    6. Vai aprender que estamos aqui para ajudar uns ao outros;
    7. Vai aprender a ser flexível: não existe só um jeito de brincar, de desenhar, de ser;
    8. Vai aprender  a lidar melhor com suas próprias limitações…e a querer superá-las;
    9. Vai aprender a dar valor às coisas pequenas;
    10. Vai aprender que ele não tem que saber o que fazer o tempo todo, mas que ele pode sempre aprender.

sábado, 26 de julho de 2014

EDUCAR E AMAR É NECESSÁRIO.


Quantos já não pensaram assim ou se tornaram o que pensou por falta de limites?
Se eu tivesse coragem...eu virava malandro....

Mas mamãe/papai, que deu um jeito de entrar dentro de mim, não deixa.
Ela nunca aceitou metade da minha alma.
Ela prefere um filho "quebrado" ao meio e obediente do que um filho inteiro mas insubmisso ao seu olhar, ao seu carinho e cuidado.

Você, pai/mãe, aceita seu filho por inteiro ou sua educação, apenas favorece aquele lado agradável, enquanto exclui de seu lar, aqueles aspectos incômodos que nasceram com ele?
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Cuidado, quando educamos, apenas, metade de uma pessoa, estamos criando filhos que mentirão para nós, além de desenvolverem um "falso EU" e consequentemente, eles vivenciarão essa metade de suas almas, na calada na noite, longe dos seus olhos esses pequenos monstros tomarão conta da sua cria. Os transtornos/os malandros surgem dessa dissociação interna onde "metade" da alma é amada e "metade" é odiada e não aceita dentro de casa.
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A educação ensina a transformar os vícios, sem recalcá-los. Integrar a sombra e não ocultá-lo, é torná-los íntegros. Ensine seu filho(a) a respeitá-lo e admirá-lo como exemplo. Diga mais eu te amo...

sábado, 28 de junho de 2014